top of page

Seção sindical denuncia reitoria da UNIR por falta de isonomia em progressões docentes



A Associação dos Docentes da Universidade Federal de Rondônia (Adunir - Seção Sindical do ANDES-SN) denunciou nesta quarta-feira (11) as ações da reitoria da Unir e suas práticas antidemocráticas após impasse sobre progressões acumuladas.


Segundo a nota divulgada pela Adunir SSind., a reitora Marcele Pereira e seus pró-reitores não têm tratado a categoria docente com isonomia nos processos de concessão de progressão funcional da carreira. “São centenas de professores da UNIR prejudicados em suas progressões e em suas carreiras. A UNIR é a única universidade do país, que anulou progressões já concedidas e segue negando o direito às progressões acumuladas solicitadas em conformidade com a legislação", disse a entidade.


As e os docentes acusam a reitoria de beneficiar algumas professoras e alguns professores, em detrimento da maioria, nos processos de progressão funcional. De acordo com a seção, há casos de docentes que tiveram duas progressões simultâneas no mesmo ano. "Há caso de Professor Adjunto 1 que ascendeu para Professor Adjunto 3 sem ter portaria de Professor Adjunto 2, dando um verdadeiro salto na carreira, fato também denunciado e até agora sem qualquer ação para revisar situação extremamente grave", enfatizou. Os casos foram denunciados aos órgãos internos da instituição e não houve qualquer providência, conforme a entidade.


Docentes, prejudicados com a situação, denunciaram ao Ministério Público Federal (MPF) os indícios de prevaricação, omissão, falta de transparência, tratamento diferenciado entre as servidoras e os servidores, improbidade administrativa e assédio moral às professoras e aos professores da universidade. A seção sindical do ANDES-SN também declarou que postos nas Pró-Reitorias e outros cargos de primeiro e segundo escalão da Unir estariam nas mãos de bolsonaristas.


"Exigimos que a Reitoria da UNIR, especialmente o Pró-Reitor de Administração, passe a tratar os professores de forma igualitária, justa, corrigindo todas as irregularidades cometidas nos processos de progressão, especialmente a revisão das progressões de todos os docentes prejudicados!", reforçou a nota.

“Não basta fazer discurso populista e oportunista (que varia conforme a situação política), reitora Marcele Pereira. É preciso de fato fazer uma gestão transparente e democrática que respeite os direitos dos servidores; que respeite as propostas dos movimentos sociais que propõe inclusão em nossa instituição (cada vez mais excludente); que respeite a liberdade de expressão e organização dos estudantes”, completou.





Commentaires


bottom of page