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Greve nas universidades estaduais do Paraná é suspensa; mobilização continua

Docentes das sete universidades estaduais do Paraná (Unespar), do Oeste do Paraná (Unioeste), do Norte do Paraná (Uenp), de Ponta Grossa (UEPG), de Maringá (UEM), Londrina (UEL) e do Centro-Oeste (Unicentro) suspenderam a greve, iniciada no mês de maio, até que o governo de Ratinho Júnior (PSD) efetive o compromisso público de encaminhar o Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) das servidoras e dos servidores públicos estaduais.


Apesar da suspensão da greve, as e os docentes das universidades estão em estado de greve e com possibilidade concreta de retomada da paralisação em caso de descumprimento dos compromissos assumidos pelo governo com as e os docentes. A luta pela reposição salarial, em defesa da universidade pública e de melhores condições de trabalho permanece.


Foto: Sindiprol/Aduel

Na terça-feira (20), o Comando Estadual de Greve cumpre uma agenda na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), em Curitiba, para tratar da reposição salarial e o plano de carreira docente. Na quarta (21), o encontro é com a Associação Paranaense das Instituições de Ensino Superior Público (Apiesp) para abordar a mesma temática. Além disso, o Comando Estadual de Greve reivindica também reuniões com a Casa Civil e com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e outros agentes políticos.


“O governo pressionou dizendo que se mantivéssemos a greve o plano de carreira não iria avançar. Então, suspendemos a greve após quase 30 dias, buscando abrir um canal de diálogo com o governo. Representantes das seções sindicais estão indo para Curitiba amanhã (20) para buscarem junto a liderança do governo na Alep e do secretário da Seti a abertura do diálogo sobre a carreira”, disse Edmilson da Silva, 1º vice-presidente da Regional Sul do ANDES-SN. O diretor do Sindicato Nacional criticou a posição do governo em fragmentar a luta das servidoras e dos servidores públicos.


Reivindicações Além de um PCCS que contemple a categoria do Paraná, as e os docentes exigem reposição inflacionária de 42% referente às perdas salariais dos últimos anos. Por sua vez, o governador apresentou um reajuste geral de apenas 5,79% e, ainda, se negou a receber as representações sindicais das e dos docentes das universidades.


Fonte: ANDES-SN Com informações das seções sindicais do ANDES-SN

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