Morte de Marielle Franco e Anderson Gomes completa um ano ainda sem respostas


Ato de 8 de março em Ouro Preto homenageou a vereadora Marielle Franco - Larissa Lana/ADUFOP

Quem mandou matar Marielle? A pergunta segue sem resposta, um ano após a execução da vereadora Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes em 14 de março de 2018, no Rio de Janeiro. Apesar da prisão do policial reformado Ronnie Lessa e do ex- policial militar Élcio Vieira de Queiroz no último dia 12, o mandante do crime ainda é desconhecido.


Para cobrar respostas sobre o caso e justiça para milhares de crimes que ocorrem nas periferias, principalmente contra negros e pobres, serão realizados atos políticos em diversos países. Referência na defesa dos direitos dessa população, Marielle se definia nas redes sociais como "Mulher negra, cria da Maré e defensora dos Direitos Humanos".

Na última sexta-feira (8), mulheres foram às ruas para defender seus direitos em cidades de todo Brasil e cobraram respostas sobre a morte da vereadora Marielle. Em Ouro Preto, o ato teve início às 16h30 na Praça Tiradentes e seguiu até a Prefeitura. A marcha foi convocada por movimentos, coletivos, entidades da região e ouropretananas de luta. A mobilização ecoou por justiça à Marielle Franco, contra os ataques do governo Bolsonaro, contra a Reforma da Previdência, pelos direitos das mulheres e homenageou mulheres atingidas por barragens, a ouropretana Efigênia Carabina, entre outras. O fim do ato foi marcado por um jogral em repúdio aos crimes da mineração.


Dezenas de capitais brasileiras já realizaram manifestações ao longo da semana. Em Belo Horizonte, a UFMG organiza a semana Marielle Franco. Também na capital mineira, acontece o ato “Marielle Vive! Um ano de Saudade e Lutas!” na Praça Sete De Setembro, a partir de 17h30.


Ouro Preto terá uma homenagem na Praça Tiradentes, simbolizando dia de luto e luta por Marielle, às 18h30. Às 19h, acontece a intervenção ‘’Marielle Vive! Quem mandou matar Marielle?’’ no Acampamento de Vigília da Ocupação Chico Rei, em frente à Prefeitura. Em Mariana, a manifestação “Marielle Vive” tem início às 16h, no Terminal Turístico.

*Com informações Brasil de Fato


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